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PESQUISA NÃO ELEGE: Em ano pré-eleitoral, começa a velha enxurrada de números, gráficos e pesquisas aparecendo em grupos de WhatsApp, sites e redes sociais como se fossem verdade absoluta. Mas o eleitor de Rondônia precisa ficar atento e desconfiar quando uma pesquisa parece mais propaganda do que retrato da realidade.
Nem todo instituto tem credibilidade. Muitas vezes aparecem levantamentos sem transparência, sem metodologia clara e, em alguns casos, claramente puxando a sardinha para determinado candidato. Isso vale tanto para a corrida regional, envolvendo deputados e senadores, quanto para a disputa nacional pela Presidência da República.
Já teve eleição em que pesquisa mostrava um candidato lá na frente e, no fim, outro acabou vencendo nas urnas. Em muitos casos, quem aparecia como último colocado surpreendeu e ganhou a eleição, enquanto o favorito das pesquisas terminou derrotado. Isso mostra que pesquisa pode indicar tendência, mas nunca pode ser tratada como resultado definitivo.
Em Rondônia, onde a política ainda é muito decidida no corpo a corpo, na conversa e no sentimento das ruas, pesquisa distante da realidade dificilmente se sustenta até o dia da votação.
O eleitor precisa observar quem contratou a pesquisa, qual instituto realizou, quantas pessoas foram entrevistadas, onde o levantamento foi registrado e se aquele instituto realmente possui histórico de credibilidade. No fim das contas, quem decide eleição não é gráfico de internet nem manchete patrocinada. É o voto consciente dentro da urna. POR PAULO DE TARSO - JORNALISTA
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