Mais previsões: Previsao do tempo 30 dias

Sua opinião tem poder. Participe!

Reforma do estádio

Você é a favor da reforma do Estádio Aluízio Ferreira agora ou acha que a prioridade deve ser a saúde?

Os resultados expressam apenas a opinião dos leitores, não constituindo pesquisa oficial.

COTA DE GÊNERO; OBRIGAÇÃO, NÃO FAVOR: Nas eleições proporcionais de 2026, partidos e federações são obrigados a preencher no mínimo 30% e no máximo 70% das candidaturas de cada sexo para deputado federal, estadual/distrital e vereador. A exigência é fiscalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não é mera recomendação, é lei. A regra também alcança dinheiro e visibilidade: o Fundo Eleitoral e o tempo de propaganda devem ser distribuídos na mesma proporção das candidaturas femininas registradas. Se houver fraude, como candidaturas fictícias apenas para cumprir tabela, a Justiça Eleitoral pode anular a chapa e aplicar sanções. A cota não garante vitória a ninguém. Mas garante presença mínima numa disputa historicamente desigual. Desde que as brasileiras conquistaram o direito ao voto, em 1932, a participação feminina avançou, porém ainda não reflete o tamanho das mulheres na sociedade. A política, por muito tempo, foi um espaço quase exclusivo dos homens, e isso deixou marcas. Em 4 de outubro de 2026, o país volta às urnas para escolher presidente, governadores, senadores e deputados. A cota de gênero, goste-se ou não, é uma tentativa institucional de tornar essa escolha mais representativa. Não resolve tudo. Mas ignorar o problema seria ainda pior. Por Paulo de Tarso - Jornalista 
Eleições 2026
Esporte

- publicidade -

Agronegócio
Concursos e Empregos
HORÓSCOPO

- publicidade -

Publicação Legal
Polícia
Giro pelo Brasil
Porto Velho
Vilhena
Ariquemes
Ji-Paraná