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A DIETA FORÇADA DA CÂMARA DE PORTO VELHO: A redução no repasse da Prefeitura de Porto Velho para a Câmara Municipal de Porto Velho caiu como aquele aviso de banco no fim do mês: curto, direto e impossível de ignorar.
Diante do novo cenário, o presidente da Casa decidiu apertar o cinto — e não foi pouco. Entraram na tesoura os copos descartáveis, as horas extras, cursos, nomeações e outras despesas que, até ontem, pareciam parte da mobília institucional. Agora, cada folha impressa pode virar debate filosófico sobre responsabilidade fiscal.
O detalhe que dá tempero à história é que a Câmara realizou recentemente um concurso público. Prova, expectativa, estrutura, custo. E agora? A pergunta que ecoa nos corredores é inevitável, planejamento falhou ou o caixa simplesmente encolheu mais rápido que discurso em fim de sessão?
Nos bastidores, o clima é de contenção. Se antes o problema era acomodar novos servidores, agora o desafio parece ser acomodar o orçamento. A matemática pública é implacável: quando o repasse diminui, a realidade aumenta.
Pelo visto, os próximos capítulos prometem menos cerimônia e mais calculadora. Paulo de Tarso – Jornalista
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