destaques
Sua opinião tem poder. Participe!
CHEGA DE PROMESSA, RONDÔNIA QUER ENTREGA: O eleitor de Rondônia já não se impressiona com discurso afinado nem com agenda cheia de fotos. O que ele quer é bem mais simples e, curiosamente, mais difícil de encontrar: resultado. Depois de tantos ciclos eleitorais, a paciência encurtou. E a memória, ao contrário do que muitos políticos ainda apostam, anda mais afiada.
No interior, onde o asfalto acaba e a realidade começa, o sentimento é direto, não dá mais para governar só em período eleitoral. Estrada que some no inverno, hospital que vive no limite, segurança que depende do acaso isso não cabe mais em promessa. Cabe em solução. E com prazo.
O próximo governador não precisa ser o dono do melhor marketing, nem o campeão de palanque. Precisa ser alguém que entenda que gestão pública não é campanha permanente. É entrega diária, silenciosa e, muitas vezes, ingrata. Porque, no fim, o que conta não é o discurso que emociona é o problema que deixa de existir.
Há também um eleitor mais atento, menos tolerante com velhos vícios. Aquele que já percebeu que troca de grupo político nem sempre significa mudança de prática. Que sabe identificar quando o “novo” vem com manual antigo. E que começa a exigir coerência algo raro, mas cada vez mais cobrado.
O rondoniense não espera milagre. Mas também não aceita mais desculpa pronta. Quer saúde funcionando, estrada trafegável, presença do Estado onde hoje só chega promessa. Quer, sobretudo, respeito algo que começa quando o voto deixa de ser tratado como favor e passa a ser entendido como cobrança.
O eleitor de Rondônia já não se impressiona com discurso afinado nem com agenda cheia de fotos. O que ele quer é bem mais simples e, curiosamente, mais difícil de encontrar: resultado. Depois de tantos ciclos eleitorais, a paciência encurtou. E a memória, ao contrário do que muitos políticos ainda apostam, anda mais afiada.
No interior, onde o asfalto acaba e a realidade começa, o sentimento é direto; não dá mais para governar só em período eleitoral. Estrada que some no inverno, hospital que vive no limite, segurança que depende do acaso isso não cabe mais em promessa. Cabe em solução. E com prazo.
O próximo governador não precisa ser o dono do melhor marketing, nem o campeão de palanque. Precisa ser alguém que entenda que gestão pública não é campanha permanente. É entrega diária, silenciosa e, muitas vezes, ingrata. Porque, no fim, o que conta não é o discurso que emociona é o problema que deixa de existir.
Há também um eleitor mais atento, menos tolerante com velhos vícios. Aquele que já percebeu que troca de grupo político nem sempre significa mudança de prática. Que sabe identificar quando o “novo” vem com manual antigo. E que começa a exigir coerência algo raro, mas cada vez mais cobrado.
O rondoniense não espera milagre. Mas também não aceita mais desculpa pronta. Quer saúde funcionando, estrada trafegável, presença do Estado onde hoje só chega promessa. Quer, sobretudo, respeito algo que começa quando o voto deixa de ser tratado como favor e passa a ser entendido como cobrança. Por Paulo de Tarso - Jornalista
Classificados Gratuitos
Eleições 2026
Esporte
- publicidade -
Agronegócio
Rondônia
Colunistas
Concursos e Empregos
HORÓSCOPO
- publicidade -
Publicação Legal
Polícia
Giro pelo Brasil
Porto Velho
Cacoal
Vilhena
Ariquemes
Ji-Paraná