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SETENTA VEZES SETE... MENOS NA POLÍTICA: Em Rondônia, a política às vezes parece mais novela do que gestão pública. Nos últimos capítulos, o enredo gira em torno do desentendimento entre o governador Marcos Rocha e o vice-governador Sérgio Gonçalves. Dois nomes que, publicamente, costumam mencionar valores cristãos, mas que, na prática do poder, parecem ter deixado o exercício do perdão em algum versículo esquecido da estante.
Nos bastidores, a sensação é de que ninguém quer dar o primeiro passo. Um não cede, o outro não recua. E assim a política vira queda de braço, enquanto o cidadão assiste da arquibancada tentando entender onde termina o interesse público e começa o orgulho pessoal.
Curioso é que, para quem se declara cristão, o manual de instruções é bastante claro. No Evangelho de Jesus Cristo, está escrito em Bíblia, no livro de Mateus (18:21-22): “Não te digo que perdoes até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” Ou seja, perdão não é exceção, é prática constante.
Mas quando o assunto é poder, cargos e influência, parece que até a paciência bíblica fica pequena. A política, que deveria ser ponte, vira muro. E o que poderia ser resolvido com diálogo acaba virando disputa de bastidores, alimentando rumores e desgastes desnecessários.
No fim das contas, fica a velha pergunta que ecoa nas rodas de conversa de Porto Velho ao interior; será que o problema é falta de perdão… ou excesso de vaidade?
Porque, convenhamos, se a política de Rondônia dependesse apenas da capacidade de perdoar, talvez alguns líderes ainda estivessem presos no primeiro versículo. Por Paulo de Tarso - Jornalista
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