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CORRIDA AO GOVERNO; TODO MUNDO PRONTO... SERÁ? : Nos bastidores da política rondoniense, o clima já é de pré-campanha — mesmo que, oficialmente, ainda se fale em cautela. Três nomes começam a ganhar corpo nesse cenário: Marcos Rogério, Adailton Fúria e Hildon Chaves. Cada um com seu estilo, sua base e, principalmente, seus desafios.
Marcos Rogério joga com a força de quem já tem visibilidade nacional e trânsito em Brasília. Mas carrega o peso de precisar provar que discurso firme se traduz em gestão eficiente — algo que o eleitor anda cobrando cada vez mais. Não basta falar bonito no Senado; o povo quer saber se resolve no chão de Rondônia.
Já Adailton Fúria vem com aquele perfil mais direto, de gestor que gosta de mostrar serviço. Cresceu politicamente com uma imagem de “fazedor”, especialmente no interior. O problema é romper a bolha regional e convencer o restante do estado de que sua experiência local dá conta de um governo inteiro — e não apenas de uma prefeitura bem avaliada.
Hildon Chaves, por sua vez, tenta capitalizar sua passagem pela capital. Tem discurso técnico, postura moderada e aposta na imagem de administrador equilibrado. Mas enfrenta o desafio de empolgar o eleitorado. Em política, às vezes, ser correto não é suficiente — é preciso também criar conexão, gerar entusiasmo.
No fim das contas, o que se desenha é um cenário sem favorito absoluto. Rondônia parece caminhar para uma disputa aberta, onde o eleitor, mais atento e desconfiado, não está disposto a comprar promessa vazia. Quem quiser chegar forte em 2026 vai precisar mais do que estratégia: vai ter que mostrar resultado, verdade e, acima de tudo, respeito com quem vota.
Porque por aqui, meu amigo, o povo até escuta… mas só acredita vendo. Por: Paulo de Tarso - Jornalista
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