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Assembleia Legislativa

Na sua opinião, a Assembleia Legislativa de Rondônia deve passar por renovação ou manter a atual composição?

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VICE; O "PARÇA" QUE PODE VIRAR PATRÃO: Em Rondônia, tem candidato que escolhe vice como quem escolhe padrinho de casamento: na empolgação, no aperto de mão e na promessa de “tamo junto”. O problema é que, na política, o “tamo junto” costuma ter prazo de validade — e, quando vence, o que era parceria vira disputa de egos. Vice não é enfeite de chapa, não. É seguro de vida… ou risco calculado. Porque basta uma viagem mais longa, uma licença estratégica ou aquela velha vontade de disputar outro cargo, e pronto: o vice senta na cadeira e descobre que o ar lá em cima é diferente. Tem gente que se encanta rápido. O poder, meu amigo, não sobe só pra cabeça — faz até quem era sombra querer virar sol do meio-dia. E aí começa o roteiro que o rondoniense já conhece bem; o titular sai achando que deixou um aliado, mas quando olha pelo retrovisor, o discurso já mudou. O que antes era “continuidade” vira “agora vai”. O vice, agora comandante, quer mostrar serviço a qualquer custo. E, pra isso, tem quem não pense duas vezes antes de jogar a gestão anterior na fogueira, mesmo tendo assinado embaixo de tudo até ontem. É nessa hora que “a cobra fuma”. Aparecem auditorias, revisões, cortes simbólicos e aquele jeitinho de dizer: “se deu errado, não fui eu”. Tudo embalado com discurso de renovação, transparência e, claro, um olho já na reeleição. Política tem memória curta, mas o eleitor não é bobo, percebe quando a crítica vem mais de conveniência do que de convicção. Mas justiça seja feita, também tem titular que trata o vice como figurante, esquece de dividir decisões e planta o próprio problema. Aí, quando precisa, descobre que deixou crescer um concorrente dentro de casa. Escolher vice em Rondônia, e no Brasil inteiro, é um ato de coragem e de cálculo fino. Não basta ser “gente boa”, tem que ser leal quando convém e firme quando aperta. POR PAULO DE TARSO - JORNALISTA
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