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O GRITO DAS VÍTIMAS QUE NÃO PODE SER CALADO: Existem crimes que não podem ser tratados como estatística ou apenas mais uma ocorrência policial. O estupro de vulnerável e o feminicídio representam o ponto mais cruel da violência humana. São atos que revelam o quanto ainda falhamos em proteger quem mais precisa.
Toda vez que uma criança é abusada ou uma mulher perde a vida vítima da violência, não estamos diante apenas de um caso isolado. Estamos diante de um alerta doloroso de que algo precisa mudar com urgência. Cada história carrega um sofrimento que vai muito além do registro em um boletim de ocorrência — são famílias destruídas, traumas profundos e cicatrizes que muitas vezes acompanham as vítimas por toda a vida.
O problema é que, em muitos momentos, a indignação da sociedade dura pouco. O assunto ganha espaço por alguns dias, gera revolta, mobiliza comentários e depois acaba sendo substituído por outra notícia. Enquanto isso, a realidade de quem sofreu a violência continua marcada por dor, medo e, muitas vezes, pela sensação de abandono.
Tolerância zero não significa discursos inflamados ou punições fora da lei. Significa investigação séria, justiça que funcione e uma sociedade que não vire o rosto diante da violência. Significa também fortalecer mecanismos de proteção, incentivar denúncias e garantir que vítimas e familiares encontrem apoio real quando mais precisam.
Mais do que endurecer palavras, é necessário endurecer o compromisso coletivo de não normalizar a barbárie. Porque quando a violência encontra silêncio, ela se fortalece. Quando encontra indiferença, ela se repete. POR PAULO DE TARSO - JORNALISTA
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