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ENTRE O COEFICIENTE E A CONVENIÊNCIA: Começou a temporada oficial do “muda que dá tempo”. Antes das convenções partidárias, o cenário político vira pista de dança: entra partido, sai partido, troca a música, mas o dançarino é o mesmo.
A explicação é sempre técnica. Falam em coeficiente eleitoral, estratégia, viabilidade. Palavras bonitas que soam como manual de instrução. Nos bastidores, porém, o clima lembra liquidação de fim de estoque: disputa por legenda, corrida por espaço e alianças que até ontem eram impossíveis, mas hoje são “amadurecidas pelo diálogo”.
É curioso como a ideologia consegue caber na mala de viagem. Dobra, encaixa e segue para o novo endereço. Tudo, claro, pelo bem do povo. Sempre pelo bem do povo. Coincidentemente, também pelo bem da própria sobrevivência política.
O barulho é tanto que assusta. Mexe pra lá, mexe pra cá, líderes calculando cenários como se fosse campeonato de xadrez, mas com torcida organizada.
No final, o eleitor observa da arquibancada e tenta entender; é convicção ou conveniência? Estratégia ou sobrevivência? Porque, se for apenas jogo, o público já entendeu as regras. e anda cada vez menos disposto a aplaudir coreografia repetida. Por Paulo de Tarso - Jornalista
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