Ao todo, foram produzidas 160 camisetas e 160 shorts, com a participação direta de 22 reeducandos
Com o objetivo de promover oportunidades de trabalho, capacitação profissional e a ressocialização de pessoas privadas de liberdade, o governo de Rondônia realizou, no dia 21 , a entrega de 160 jogos de uniformes esportivos ao Sport Club Genus, de Porto Velho. As peças foram confeccionadas por mão de obra reeducanda, reforçando o compromisso do Estado com políticas públicas voltadas à reintegração social.

O projeto também gera impactos positivos para a sociedade
A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), em parceria com a Vara de Penas e Medidas Alternativas (Vepema) e o Conselho da Comunidade, por meio do Projeto Pintando a Liberdade. Ao todo, foram produzidas 160 camisetas e 160 shorts, com a participação direta de 22 reeducandos. O projeto também gera impactos positivos para a sociedade, contribuindo para o fortalecimento da prática esportiva, especialmente entre jovens atletas, e incentivando hábitos saudáveis e a inclusão social por meio do esporte.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou a importância do projeto como ferramenta de reintegração social. “Investir na ressocialização é investir em segurança e cidadania. Quando o Estado oferece oportunidades de trabalho e capacitação, contribui para que essas pessoas retornem à sociedade de forma produtiva, reduzindo a reincidência criminal e promovendo a inclusão social”, pontuou.
O coordenador do Projeto Pintando a Liberdade, Elias Rodrigues, enfatizou que os resultados vão além da produção material. “O trabalho desenvolvido nos projetos de ressocialização nas unidades prisionais proporciona uma nova perspectiva de futuro. Os reeducandos entendem que são capazes de produzir materiais que serão utilizados pela comunidade, o que é fundamental no processo de reintegração”, explicou.
Segundo o secretário da Sejus, Marcus Rito, projetos como o Pintando a Liberdade demonstram que é possível unir responsabilidade social, qualificação profissional e benefício direto à sociedade. “Os reeducandos aprendem uma profissão, geram renda e participam de ações que incentivam o esporte e a inclusão social”, ressaltou.
SECOM


