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Sem Rocha ao Senado, grupo político define apoio às vagas

Agora, uma série de conversas vão ter continuidade (porque elas já aconteciam) não só em relação a futuras parcerias, como dos nomes para o Senado

Com o ingresso de Marcos Rocha no PSD, muda, claro, o quadro político no Estado. O partido certamente ocupará espaços importantes na administração estadual, embora ainda não se tenha informações concretas sobre isso. O grupo político agora liderado pelo Governador certamente dará atenção especial à candidatura de Adailton Fúria ao Governo. Como o próprio Rocha, ao menos por enquanto, não confirma sua candidatura ao Senado, a incógnita ainda é sobre quem os governistas irão referendar para as duas cadeiras que estarão em disputa.

Como até agora o PSD não tem Federação com outro partido, já que a aproximação com o PSDB deu em nada, ficará a critério do comando partidário (leia-se Marcos Rocha, Expedito Júnior e Fúria) decidirem pelo nome que deverão avalizar na corrida pelo Senado. Dos atuais nomes postos (Sílvia Cristina, Fernando Máximo, Bruno Scheid, Confúcio Moura e Delegado Camargo), nenhum deles teria, hoje, o aval do grupo à frente do Palácio Rio Madeira/CPA. Mariana Carvalho?  Quem, então?

Agora, uma série de conversas vão ter continuidade (porque elas já aconteciam) não só em relação a futuras parcerias, como dos nomes para o Senado. E, ainda, para a formação das nominatas para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa. Com Rocha no PSD, a eleição estadual de outubro começa a esquentar ainda mais!

Sérgio Pires/Tudo Rondônia

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