As opções passam a ser o feijões vermelho e o fradinho que tem preços um pouco mais baratos. Há feijão carioca valendo mais de 15 reais o quilo
O feijão volta a incomodar o bolso do consumidor com ligeiros aumentos seguidos, após os preços ficarem acomodados na primeira quinzena de junho.
A demanda do mercado atacadista por grãos de qualidade vai valorizando o feijão carioca nas prateleiras dos supermercados.
Ano passado, o consumidor conviveu com preços baixos do feijão carioca e do preto que tiveram produção acima da média.
Esse ano houve redução na área plantada e as chuvas mal distribuídas também provocaram um menor volume colhido.
O salto do feijão carioca esse ano foi de assustar, uma subida de 42% nos primeiros 5 meses e o preto aumentando 14%.
O boi continua descendo ladeira a passos lentos. Os negócios seguem travados por causa do imprevisível mercado internacional, envolvendo nossos maiores compradores que são a China, Estados Unidos e União Europeia.
No Mato Grosso, líder nacional na produção de carne bovina, os pecuarista estão preocupados com a falta de vacinas contra doenças infecciosas graves em animais como o botulismo, tétano, gangrenas e carbúnculo mais conhecido como manqueira, todas elas levam ao alto risco de morte.
O Ministério da Agricultura e Pecuária informa que estão disponíveis 8 milhões e 400 mil doses da vacina e mesmo assim os pecuaristas relatam que estão encontrando dificuldades em adquirir as vacinas desde o ano passado.
Itatiaia Agro
Valdir Barbosa


