Em entrevista, ele relembrou conversa com Suzane dois dias após o crime e afirmou que o arrependimento foi imediato
Cristian Cravinhos, que recebeu pena superior a 38 anos de prisão por ter assassinado Manfred e Marísia von Richthofen em 2002, anunciou o lançamento de um livro sobre o caso. A obra foi produzida na Holanda e, de acordo com o próprio autor em entrevista ao canal Bacci Notícias, deve chegar ao público somente depois das eleições de 2026.
Cravinhos afirmou que o livro não traz versões pessoais. “Eu não tenho versão, não existe versão. Eu e meu irmão trabalhamos com fatos, está tudo dentro do processo. Só vou narrar o que está no processo”, disse ele.
A conversa com Suzane von Richthofen dois dias após o crime
Na mesma entrevista, Cravinhos relembrou um episódio que ocorreu dois dias depois do assassinato. Ele contou que comprou um buquê de rosas brancas para Suzane von Richthofen como gesto de pedido de perdão.
Ele usou o episódio para reforçar o contraste entre as reações dos dois. “Essa é a Suzane. Meu arrependimento foi instantâneo”, declarou.
Cristian Cravinhos contou dos laudos psiquiátricos de Suzane
Cravinhos também citou avaliações feitas por psiquiatras da unidade prisional em que Suzane esteve. Os laudos foram produzidos quando ela passou por avaliação para migrar de regime.
“Quando você entrar na internet, você vai encontrar todos os laudos da Suzane. Dissimulada, articuladora, psicopata… Isso não sou eu quem estou falando, são os psiquiatras da unidade quando ela fez avaliação para migrar de regime”, disse Cravinhos.
Ele afirmou ainda que não tem qualquer contato com Suzane desde 2006.
TMC


