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Léo Moraes assume compromisso com comerciantes, mesmo segurança sendo responsabilidade do Estado

Foto: Reprodução/PMPVH

A Gazeta de Rondônia

Lojistas dizem que os prejuízos se acumulam, cobram resposta do Estado e encontram no prefeito Léo Moraes uma porta aberta para buscar uma solução conjunta

A paciência dos comerciantes da avenida Carlos Gomes, em Porto Velho, chegou ao limite. Depois de uma sequência de furtos e prejuízos que vêm atingindo os estabelecimentos, lojistas decidiram deixar as reclamações de lado e foram às ruas para cobrar uma resposta urgente das autoridades.

O protesto foi pacífico, mas o recado foi firme: o comércio não aguenta mais trabalhar com medo de ser a próxima vítima. Cada ocorrência representa mercadorias levadas, portas danificadas, gastos com reparos e, principalmente, a sensação de insegurança de quem abre as portas todos os dias para trabalhar.

Os comerciantes esperavam uma manifestação do Governo do Estado, responsável constitucional pela segurança pública, mas, segundo os lojistas, até o momento não receberam a resposta esperada. A falta de uma solução aumentou a preocupação de quem paga impostos e depende do movimento das ruas para manter seus negócios funcionando.

Diante da ausência de uma resposta concreta, os comerciantes procuraram a Prefeitura de Porto Velho. O prefeito Léo Moraes recebeu os lojistas em seu gabinete e se colocou à disposição para construir, junto com a categoria, alternativas para enfrentar o problema.

A postura do prefeito foi direta: pouco importa, para quem está sendo vítima do crime, qual ente público tem a atribuição formal. O cidadão quer solução.

Léo Moraes assumiu a disposição de ajudar a encaminhar o problema, deixando claro que a Prefeitura não pretende ficar olhando de braços cruzados enquanto comerciantes acumulam prejuízos.

Embora a segurança pública seja uma atribuição do Governo do Estado, a administração municipal entende que pode contribuir naquilo que estiver ao seu alcance, articulando ações e buscando uma resposta conjunta para os comerciantes.

Para os lojistas, a expectativa agora é que a conversa saia do gabinete e chegue às ruas. Eles querem policiamento, prevenção e presença do poder público antes que novos furtos aconteçam — e não apenas depois que o prejuízo já está contabilizado.

Quem paga imposto quer trabalhar em paz. E quem trabalha todos os dias não deveria precisar colocar cadeado até na esperança de que o próximo furto não seja na sua porta.

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