A Semana Municipal de Conscientização do Autismo, com o tema com o tema “Autonomia se constrói com apoio”, em Ji-Paraná, encerrou, na quinta-feira (2), mas uma série de atividades está programada durante o Abril Azul, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), no município.
“Iniciamos a semana, na terça-feira [31], com uma ação de conscientização sobre o autismo na Câmara Municipal de Ji-Paraná [CMJP]. Lá, prestamos apoio às famílias que têm algum membro com TEA e homenageamos profissionais e voluntários que atuam nos atendimentos oferecidos pelo município”, lembrou o superintendente de Autismo (Septea), Ageu Lacerda.
Segundo ele, no dia 1º abril, estava programada uma passeata que sairia de frente do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM IV), no bairro Nova Brasília (2º distrito), mas que foi cancelada por causa da chuva no período da manhã. “Infelizmente, a chuva não permitiu que fizéssemos a caminhada com as nossas crianças. Vamos agendar para outro dia, ainda neste mês”, assegurou.
Na quinta-feira (2), data escolhida como o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, foi realizada uma carreata que partiu do Ginásio Poliesportivo Gerivaldo José de Souza (Gerivaldão), no 1º distrito, seguiu pelas avenidas Transcontinental e Brasil, até a T-15, e encerrou no Centro Desportivo e Lazer (Cedel) Walmar Meira (2º distrito).
“Pelo segundo ano consecutivo, estamos dividindo, aqui no Cedel, com a sociedade, tudo o que fazemos para as famílias atípicas no Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado para Autismo. Nós buscamos essa integração. Buscamos a conscientização das pessoas”, afirmou o titular da Secretaria Municipal de Educação, Robson Casula.
Foram prestados serviços de cadastro para confeccionar carteiras de identificação das pessoas com TEA, pit stop com adesivos de identificação de veículos para vagas em estacionamentos, brincadeiras e atividades recreativas com jovens e crianças, e ainda a soltura de balões para marcar a semana.
“Até o fim de abril, vamos realizar palestras em escolas, debates e outras dinâmicas sobre o autismo. Esta é nossa forma de trazer a comunidade para que ela possa nos ajudar com propostas e, se isso não for possível, então, que se tenha mais respeito pela pessoa com TEA”, acrescentou Ageu Lacerda.
Texto: Jairo Ardull
Foto: Ana Kelle Moura


