Mais previsões: Previsao do tempo 30 dias
Categoria: Ao ponto
ECONOMIA EM MOVIMENTO Em 2025, a economia de Rondônia mostrou fôlego e capacidade de adaptação, mesmo diante de um cenário nacional ainda marcado por cautela. O agronegócio seguiu como principal motor, impulsionado pela produção de grãos, pela pecuária e pela ampliação das exportações, mantendo o estado em posição de destaque na região Norte. O comércio e o setor de serviços apresentaram sinais de recuperação gradual, especialmente nos grandes centros urbanos, puxados pelo aumento da circulação de renda e por investimentos em infraestrutura logística. Obras públicas e privadas ajudaram a sustentar empregos e movimentar a cadeia produtiva local. Por outro lado, desafios persistiram. O custo de vida elevado, a dependência de commodities e a necessidade de diversificação econômica continuam no centro do debate. Ainda assim, 2025 consolidou Rondônia como um estado economicamente ativo, com potencial de crescimento, desde que avance em inovação, qualificação profissional e atração de novos investimentos. Por: Paulo de Tarso
ANDA CIRCULANDO: O fim do ano político em Rondônia é marcado por um ambiente de especulações. Nos bastidores, circulam rumores sobre a possível permanência do governador Marcos Rocha no Palácio Rio Madeira, abrindo mão de disputar o Senado, assim como comentários sobre uma eventual candidatura do prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro (Podemos) ao governo do Estado. Também ganha força a conversa sobre uma possível mudança partidária do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), que estaria em diálogo com outras legendas. Sem confirmações oficiais, o excesso de versões torna difícil a definição das chapas para 2026. O cenário segue indefinido e deve permanecer assim até as convenções partidárias de julho, mantendo a política em clima de espera e incerteza.
PODER FEMININO: Com tantas mulheres disputando cargos eletivos no ano que vem - de deputada estadual ao Senado – a perspectiva é que a mulherada amplie muito a representatividade nas casas legislativas. No âmbito da Assembleia Legislativa, todas as quatro parlamentares vão a reeleição. Tanto Ieda Chaves (Porto Velho), como Rosangela Donadon (Vilhena), Dra. Tássia (Guajará Mirim) como Claudia de Jesus (Ji-Paraná) já estão no trecho. Na esfera federal, segue a reeleição a deputada federal Cristiane Lopes (Porto Velho), sendo a deputada Silvia Cristina pelejando uma cadeira ao Senado. Coluna Sperança
SURRA NA DIREITA: Otimista com pesquisas recentes, o presidente Luís Inácio Lula da Silva promete aplicar uma surra na extrema-direita. É uma promessa temerária, já que o País vivencia uma polarização na maioria dos estados e tratando-se de Rondônia, mesmo com investimentos de bilhões, o mais provável é que o petista é que leve uma peia por aqui. Temos um estado muito conservador e neste contexto apenas Porto Velho, a capital, apresenta cores mais progressistas. Como o interior é conservador e evangélico em mais de dois terços do eleitorado, a previsão de Lula por aqui é difícil de se concretizar. Coluna Sperança
CENÁRIO NEBULOSO: Com o ex-governador Ivo Cassol considerado definitivamente inelegível, Lucio Mosquini que era presidente estadual do MDB caindo do cavalo e Hildon Chaves objeto uma proposta de isolamento, a sucessão estadual vai começar o ano de 2026 ainda bem nublada. O vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil), depende da renúncia do atual governador Marcos Rocha para a peleja. Estão indecisos ainda os senadores Confúcio Moura (MDB) e Marcos Rogerio (PL) e ainda não se sabe se o prefeito de Cacoal Adailton Fúria (PSD) terá coragem de renunciar ao cargo para entrar nesta disputa. O cenário é bem nebuloso, ninguém sabe quem e quem nesta balburdia toda. Coluna Sperança.
FÉ, DINHEIRO E POLÍTICA: A presença de líderes religiosos na política brasileira se intensificou e passou a influenciar eleições e decisões públicas. Com grande poder de mobilização e acesso a recursos, muitos ultrapassam o campo espiritual e entram diretamente no jogo político. O problema surge quando a fé é usada como instrumento de poder, especialmente com o uso de estruturas religiosas e dinheiro para fins eleitorais, colocando em xeque a laicidade do Estado e a transparência democrática. A participação é legítima, mas precisa de limites claros. Quando religião, recursos financeiros e política se confundem, a democracia corre riscos.
RONDÔNIA JÁ VIVE DISPUTA POR 2006:  Com a largada informal das eleições de 2026, o ambiente político em Rondônia começa a esquentar. Antigas alianças dão lugar a disputas abertas, com lideranças testando espaço e discurso. Embates entre possíveis candidatos e críticas mais duras ao governo indicam que a corrida pelo poder começou antes do previsto — e a tendência é de acirramento nos próximos meses. Entre os embates mais visíveis está o atrito envolvendo o coronel Braguim, apontado como possível candidato ao governo, e o deputado estadual Delegado Camargo, que mira uma vaga no Senado.
RIVALIDADES TRIBAIS: Com a pré-temporada das eleições 2026 já em andamento, as rivalidades tribais vão se acentuando em Rondônia. Desde o conflito estabelecido entre o Coronel Braguim, provável candidato ao governo de Rondônia com o deputado estadual Delegado Camargo, postulando ao Senado, as encrencas de cachorros grandes, como aquela do senador Marcos Rogerio (PL) descendo a ripa nas costas do governador Marcos Rocha (União Brasil). A tendência é aumentar a disputa por espaço político e a oposição ao governo estadual e aos prefeitos municipais vai aumentando. COLUNA SPERANÇA
A IMPLOSÃO DO ACORDO: A possível – já se fala como coisa liquida e certa – implosão do acordo político entre o governador Marcos Rocha (União Brasil) e o clã Carvalho, liderada pelo patriarca Aparício Carvalho, ex-vice-governador que é mentor político dos filhos, a ex-deputada federal Mariana Carvalho e do atual deputado federal Maurício Carvalho já reflete na formação de chapas a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa. O clã Carvalho esperava como recompensa pela aliança, com secretarias poderosas, com centenas de cargos a disposição para a família disputar o pleito de 2026. No entanto, a coalizão com Rocha não se confirmou. Coluna Sperança.
DE JOELHOS: O poderoso cartel das empresas aéreas, formado pela Latam, Gol e Azul, colocou Rondônia de joelhos. Como vingança pelas constantes ações no estado pelos atrasos dos voos, as empresas reduziram as atividades, aumentaram os preços das tarifas e tornou a viajem para o sul maravilha uma epopeia. O drama aumenta nos finais de ano com superlotação nos aviões e preços das passagens estratosféricas. Com representação política sofrível, tanto nas esferas estaduais como federais, Rondônia vai pagando o pato pelas más escolhas. Urge renovação nos quadros políticos rondonienses. COLUNA SPERANÇA.