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TROCA DE SIGLA, MUDANÇA DE COMANDO: A saída do governador Marcos Rocha do União Brasil e sua filiação ao PSD vão muito além de um simples ajuste partidário. Ao assumir a liderança da sigla em Rondônia, o governador reposiciona forças, reassume o centro das decisões e passa a conduzir, com mais autonomia, o debate sobre a sucessão estadual. Nos bastidores, o movimento já traz uma definição central: Fúria é o nome escolhido para disputar o governo. A sinalização interna é clara e reduz as especulações que se arrastavam nos corredores do poder. A discussão agora não gira mais em torno de “se”, mas de “como” a candidatura será consolidada e apresentada ao eleitorado. Com isso, Marcos Rocha deixa evidente que não pretende ser um espectador do processo eleitoral. Ao contrário, atua como articulador direto de um projeto político que busca continuidade administrativa, controle partidário e protagonismo no jogo de 2026. A troca de legenda, portanto, marca o início formal de uma nova disputa — com comando definido. Por: Paulo de Tarso - Jornalista
TROCA DE SIGLA, MESMA DESCONFIANÇA: A filiação de Expedito Júnior ao PT de Rondônia é legal e faz parte do jogo político, mas não passa despercebida pelo eleitor. Para o partido, é estratégia. Para parte da população, é estranhamento. Nas ruas, a pergunta é simples: mudou a ideia ou só a legenda? Sem uma explicação clara, cresce a sensação de que a política se move distante da realidade de quem observa. Não é escândalo. É símbolo de um tempo em que a troca de partidos ainda soa, para muitos rondonienses, como piada de gosto duvidoso. Por Paulo de Tarso - Jornalista
PEDÁGIO NO LOMBO: O pedágio mal estreou na BR-364 e já mostrou a que veio: encarecer o transporte em Rondônia e no Acre. Antes de qualquer asfalto novo aparecer, o frete subiu e o impacto chegou direto ao bolso de quem depende da estrada para viver. A conta segue previsível. Caminhão paga, preço sobe e o consumidor assume o prejuízo. Em uma região onde quase tudo passa pela rodovia, o pedágio vira mais um empurrão no custo de vida, principalmente para quem já vive no limite. O silêncio, ou a reação tardia da bancada federal ajuda a explicar o cenário. Quando resolveu agir, o pedágio já estava contratado, autorizado e cobrado. Agora, o discurso corre atrás do prejuízo. Por Paulo de Tarso - Jornalista 
ENTRE HOJE E AMANHÃ: Com a proximidade do próximo ciclo eleitoral, é natural que o cenário político comece a se movimentar nos bastidores. Em Porto Velho, esse ambiente de antecipação tem despertado debates sobre prioridades e foco na atuação pública. A expectativa da população, no entanto, segue concentrada nas demandas cotidianas do município. Questões como infraestrutura, serviços urbanos e políticas públicas locais continuam sendo centrais para quem vive a realidade da capital. O momento convida à reflexão sobre o equilíbrio entre planejamento político de longo prazo e a dedicação às atribuições institucionais do presente. Mandatos em curso representam compromissos assumidos com a cidade, que exigem atenção permanente, diálogo e entrega de resultados. Fortalecer o município hoje é, inclusive, o caminho mais sólido para qualquer projeto político futuro. A cidade agradece quando o foco permanece onde ele deve estar: nas necessidades atuais da população. Por Paulo de Tarso - Jornalista 
RONDÔNIA EM MOVIMENTO PARA 2026: O cenário político de Rondônia para 2026 se desenha mais por rearranjos do que por novidades. Grupos tradicionais tentam preservar espaço, enquanto novas lideranças buscam ocupar brechas abertas pelo desgaste natural de projetos já conhecidos. A disputa indica menos ideologia e mais pragmatismo, guiada por alianças e leitura de contexto. A fragmentação do eleitorado aponta para uma eleição de narrativas, em que experiência e discurso de renovação dividirão atenção. Diante da cobrança por resultados concretos, o eleitor tende a valorizar credibilidade mais do que promessas, tornando o cenário competitivo e imprevisível. Por Paulo de Tarso - Jornalista
MANDATO EM MODO CAMPANHA: Alguns deputados estaduais de Rondônia parecem ter descoberto uma nova função para o mandato: produzir conteúdo. A agenda parlamentar virou cenário, o plenário virou estúdio e ações irrelevantes ganham tratamento de grandes feitos. Projetos estruturantes seguem em segundo plano, enquanto promessas antigas permanecem convenientemente esquecidas. Com a reeleição no horizonte, o esforço não é para resolver problemas, mas para “parecer trabalhando”. No fim das contas, há quem confunda visibilidade com resultado — e aposte que o eleitor também confunda. Por Paulo de Tarso - Jornalista
SALÁRIO SOBE, CONTA NÃO FECHA: O novo piso do salário mínimo entra em vigor como um alívio imediato no bolso de quem vive na ponta da renda, mas também reacende um velho debate: até onde ele consegue ir. O reajuste garante ganho nominal e ajuda a recompor parte do poder de compra corroído pela inflação, especialmente em itens básicos, como alimentação e transporte. Por outro lado, o impacto não se limita ao trabalhador. Benefícios previdenciários, programas sociais e custos para estados, municípios e empresas caminham na mesma direção. O desafio do novo mínimo não está apenas no número anunciado, mas na capacidade da economia de sustentar esse valor sem pressionar preços, empregos e contas públicas. O piso sobe; a equação, mais uma vez, continua delicada. Por Paulo de Tarso
ECONOMIA EM MOVIMENTO Em 2025, a economia de Rondônia mostrou fôlego e capacidade de adaptação, mesmo diante de um cenário nacional ainda marcado por cautela. O agronegócio seguiu como principal motor, impulsionado pela produção de grãos, pela pecuária e pela ampliação das exportações, mantendo o estado em posição de destaque na região Norte. O comércio e o setor de serviços apresentaram sinais de recuperação gradual, especialmente nos grandes centros urbanos, puxados pelo aumento da circulação de renda e por investimentos em infraestrutura logística. Obras públicas e privadas ajudaram a sustentar empregos e movimentar a cadeia produtiva local. Por outro lado, desafios persistiram. O custo de vida elevado, a dependência de commodities e a necessidade de diversificação econômica continuam no centro do debate. Ainda assim, 2025 consolidou Rondônia como um estado economicamente ativo, com potencial de crescimento, desde que avance em inovação, qualificação profissional e atração de novos investimentos. Por: Paulo de Tarso
ANDA CIRCULANDO: O fim do ano político em Rondônia é marcado por um ambiente de especulações. Nos bastidores, circulam rumores sobre a possível permanência do governador Marcos Rocha no Palácio Rio Madeira, abrindo mão de disputar o Senado, assim como comentários sobre uma eventual candidatura do prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro (Podemos) ao governo do Estado. Também ganha força a conversa sobre uma possível mudança partidária do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), que estaria em diálogo com outras legendas. Sem confirmações oficiais, o excesso de versões torna difícil a definição das chapas para 2026. O cenário segue indefinido e deve permanecer assim até as convenções partidárias de julho, mantendo a política em clima de espera e incerteza.
PODER FEMININO: Com tantas mulheres disputando cargos eletivos no ano que vem - de deputada estadual ao Senado – a perspectiva é que a mulherada amplie muito a representatividade nas casas legislativas. No âmbito da Assembleia Legislativa, todas as quatro parlamentares vão a reeleição. Tanto Ieda Chaves (Porto Velho), como Rosangela Donadon (Vilhena), Dra. Tássia (Guajará Mirim) como Claudia de Jesus (Ji-Paraná) já estão no trecho. Na esfera federal, segue a reeleição a deputada federal Cristiane Lopes (Porto Velho), sendo a deputada Silvia Cristina pelejando uma cadeira ao Senado. Coluna Sperança