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Categoria: Ao ponto
SURRA NA DIREITA: Otimista com pesquisas recentes, o presidente Luís Inácio Lula da Silva promete aplicar uma surra na extrema-direita. É uma promessa temerária, já que o País vivencia uma polarização na maioria dos estados e tratando-se de Rondônia, mesmo com investimentos de bilhões, o mais provável é que o petista é que leve uma peia por aqui. Temos um estado muito conservador e neste contexto apenas Porto Velho, a capital, apresenta cores mais progressistas. Como o interior é conservador e evangélico em mais de dois terços do eleitorado, a previsão de Lula por aqui é difícil de se concretizar. Coluna Sperança
CENÁRIO NEBULOSO: Com o ex-governador Ivo Cassol considerado definitivamente inelegível, Lucio Mosquini que era presidente estadual do MDB caindo do cavalo e Hildon Chaves objeto uma proposta de isolamento, a sucessão estadual vai começar o ano de 2026 ainda bem nublada. O vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil), depende da renúncia do atual governador Marcos Rocha para a peleja. Estão indecisos ainda os senadores Confúcio Moura (MDB) e Marcos Rogerio (PL) e ainda não se sabe se o prefeito de Cacoal Adailton Fúria (PSD) terá coragem de renunciar ao cargo para entrar nesta disputa. O cenário é bem nebuloso, ninguém sabe quem e quem nesta balburdia toda. Coluna Sperança.
FÉ, DINHEIRO E POLÍTICA: A presença de líderes religiosos na política brasileira se intensificou e passou a influenciar eleições e decisões públicas. Com grande poder de mobilização e acesso a recursos, muitos ultrapassam o campo espiritual e entram diretamente no jogo político. O problema surge quando a fé é usada como instrumento de poder, especialmente com o uso de estruturas religiosas e dinheiro para fins eleitorais, colocando em xeque a laicidade do Estado e a transparência democrática. A participação é legítima, mas precisa de limites claros. Quando religião, recursos financeiros e política se confundem, a democracia corre riscos.
RONDÔNIA JÁ VIVE DISPUTA POR 2006:  Com a largada informal das eleições de 2026, o ambiente político em Rondônia começa a esquentar. Antigas alianças dão lugar a disputas abertas, com lideranças testando espaço e discurso. Embates entre possíveis candidatos e críticas mais duras ao governo indicam que a corrida pelo poder começou antes do previsto — e a tendência é de acirramento nos próximos meses. Entre os embates mais visíveis está o atrito envolvendo o coronel Braguim, apontado como possível candidato ao governo, e o deputado estadual Delegado Camargo, que mira uma vaga no Senado.
RIVALIDADES TRIBAIS: Com a pré-temporada das eleições 2026 já em andamento, as rivalidades tribais vão se acentuando em Rondônia. Desde o conflito estabelecido entre o Coronel Braguim, provável candidato ao governo de Rondônia com o deputado estadual Delegado Camargo, postulando ao Senado, as encrencas de cachorros grandes, como aquela do senador Marcos Rogerio (PL) descendo a ripa nas costas do governador Marcos Rocha (União Brasil). A tendência é aumentar a disputa por espaço político e a oposição ao governo estadual e aos prefeitos municipais vai aumentando. COLUNA SPERANÇA
A IMPLOSÃO DO ACORDO: A possível – já se fala como coisa liquida e certa – implosão do acordo político entre o governador Marcos Rocha (União Brasil) e o clã Carvalho, liderada pelo patriarca Aparício Carvalho, ex-vice-governador que é mentor político dos filhos, a ex-deputada federal Mariana Carvalho e do atual deputado federal Maurício Carvalho já reflete na formação de chapas a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa. O clã Carvalho esperava como recompensa pela aliança, com secretarias poderosas, com centenas de cargos a disposição para a família disputar o pleito de 2026. No entanto, a coalizão com Rocha não se confirmou. Coluna Sperança.
DE JOELHOS: O poderoso cartel das empresas aéreas, formado pela Latam, Gol e Azul, colocou Rondônia de joelhos. Como vingança pelas constantes ações no estado pelos atrasos dos voos, as empresas reduziram as atividades, aumentaram os preços das tarifas e tornou a viajem para o sul maravilha uma epopeia. O drama aumenta nos finais de ano com superlotação nos aviões e preços das passagens estratosféricas. Com representação política sofrível, tanto nas esferas estaduais como federais, Rondônia vai pagando o pato pelas más escolhas. Urge renovação nos quadros políticos rondonienses. COLUNA SPERANÇA.
MAIS CANDIDATOS: Com a falta de definições de candidaturas ao governo estadual, o nome do comandante da PM coronel Braguim volta à tona no noticiário político. Com ou sem apoio do atual governador coronel Marcos Rocha, ele estaria disposto a enfrentar as urnas e para tanto já recebendo convites de vários partidos. De asas crescidas, Braguim acredita que tem espaço para crescer entre as candidaturas da direita, revivendo o apogeu de Marcos Rocha, um candidato que ninguém apostava um tostão e chegou ao topo, se elegendo e se reelegendo ao CPA Rio Madeira. COLUNA SPERANÇA
OS AEROPORTOS: A concessionaria do aeroporto de Guarulhos venceu a licitação para administrar os aeroportos de Vilhena e Cacoal. Ninguém se interessou pelo recém construído aeroporto regional do Vale do Jamari em Ariquemes, já que não tem voos estaduais da Latam, Gol e Azul. Não existe duvidas que em termos de infraestrutura Vilhena e Cacoal terão ganhos, o problema será a cobrança de tarifas, que com as privatizações aumentam consideravelmente. Se vê que tudo está sendo privatizado por aqui, rodovias, hidrovias e aeroportos. Pobres rondonienses com tantos presentes de grego. Coluna Sperança.
OS INDICATIVOS: Os indicativos que as coisas não vão bem entre o atual governador Marcos Rocha e o vice Sergio Gonçalves estão cada vez mais claros. De um lado, Gonçalves afirmando que existem muitas coisas para melhorar neste governo, de outro o atual mandatário Marcos Rocha caçando legenda para disputar o Senado porque não confia mais no vice. Esta busca por outra legenda está mais do que escancarada já que se reuniu com o presidente estadual do PSD Expedito Junior em pleno Palácio Rio madeira para tratar do assunto. Além disto espalha boatos de desistir da candidatura para não entregar o governo para seu vice. Ainda existem muitas arestas para serem aparadas entre governador e o seu vice. Coluna Sperança.