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JOGO COM CATIMBA: Como aqueles centroavantes argentinos, com suas esmeradas catimbas para irritar adversários nas competições sul-americanas, os possíveis pré-candidatos ao governo de Rondônia vão usando a mesma pratica na definição de suas postulações ao governo de Rondônia. A bem da verdade, o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil), alvo de emboscada partidária da base aliada do governador Marcos Rocha, joga aberto. Já confirma que assumindo a titularidade do CPA em abril é postulante então a reeleição, assim como Adailton Fúria (PSD-Cacoal). Já os senadores Marcos Rogério, Confúcio Moura, o deputado federal Fernando Máximo (União Brasil), o ex-prefeito Hildon Chaves (PSDB) seguem catimbando o jogo. Coluna Sperança.
A MOTIVAÇÃO: Existem alguns motivos para o entusiasmo de Hildão, além das pesquisas. 1- O outro candidato da capital, o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil) não decola nas pesquisas nem no Areal 2- O outro rival local, Fenando Máximo já estaria comprometido com uma candidatura ao Senado 3 – A diferença projetada para o tucano na capital, mesmo com sofrência no interior, mas com bons resultados nos municípios onde morou e lançou suas empresas de educação, como Cacoal, Pimenta e Vilhena, são animadoras. 4- E ainda tem o divisionismo das forças interioranas, com quatro candidaturas já postas rachando o bolsonarismo até o talo. Coluna Sperança
OS ORÇAMENTOS: O município de Porto Velho e o governo do estado de Rondônia vão trabalhar em 2026 com orçamentos inferiores aos desenvolvidos durante 2025. Isto significa que tanto o prefeito Leo Moraes como o governador Marcos Rocha vão ter que se espichar para cumprir obrigações sociais, mantém o pagamento dos servidores em dia e melhorar setores deficientes com as esferas de saúde e segurança pública. Arrecadando menos, recebendo menos verbas federais. Com menos habitantes – tivemos um êxodo demográfico nos últimos dois anos atestado pelo IBGE – Rondônia comemora o baixo índice de desemprego, mas tanto o prefeito como o governador vão se obrigar a colocar o pires nas mãos para os deputados federais e senadores com suas emendas para colocar o caixa em ordem no ano que vem. Coluna Sperança
Na articulação: Vamos ver como vai se comportar o vice-governador Sergio Gonçalves (União Brasil) que vai receber a titularidade em abril do ano que vem das mãos do atual governador Marcos Rocha que vai disputar uma cadeira ao Senado. Desenvolvendo uma boa gestão vai catapultar seu nome para a reeleição, não conseguindo cumprir a regularidade do atual governador Marcos Rocha, Gonçalves vai se complicar. Pode levar pau e leva junto com ele para o abismo a candidatura de Marcos Rocha ao Senado. Acredito que com as compras milionárias de prédios e áreas para o novo Heuro, o caixa vai ficar apertado para Sergio Gonçalves. É preciso ficar atento ao que rola nos bastidores. Coluna Sperança
Noiva cobiçada pelos candidatos ao Palácio Rio Madeira, sede do governo estadual, o ex-governador Ivo Cassol (PP) inelegível nas eleições do ano que vem, já ouviu apelos de apoio de todos os pretendentes à sucessão do governador Marcos Rocha (União Brasil) e até agora não abriu oi bico. Sua decisão é um mistério ainda a ser revelado e ele vai mantendo o suspense. Mas é certo que pretende eleger aliados a Câmara dos Deputados (tem sua mana Jaqueline coo postuloante) e Assembleia Legislativa. Também seu apoio ao Senado é cobiçado e os postulantes vão aparecendo na sua fazenda para um chimarrão. Coluna Sperança
Hildão no ranking: Com  os dados coletados ao final das administrações municipais anteriores no País, o Instituto Atlasintel formou o ranking dos dez melhores prefeitos do País em avaliação nas capitais. Coube ao então prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB) com 67 por cento de aprovação, a sétima colocação nacional. Com tamanha aprovação, seria um grande candidato ao governo de Rondônia se tivesse formado um grupo político, mas ele foi isolado pelos adversários e tem dificuldades em montar uma coalizão competitiva com chapas de candidatos a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados. Carlos Sperança - Jornalista
O Plenário do Senado aprovou o projeto que aumenta as penas de crimes sexuais contra vulneráveis, determina extração de DNA de acusados e obriga o condenado a usar tornozeleira eletrônica em saídas autorizadas do presídio (PL 2.810/2025). A matéria segue agora para a sanção da Presidência da República. O projeto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no mês de julho e enviado para a análise dos deputados. Como foi modificado na Câmara, o texto voltou para nova análise do Senado. Assim, a matéria foi aprovada na Comissão de Direitos Humanos (CDH) no último dia 5, sob relatoria da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), e enviado ao Plenário — onde o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) atuou como relator. Fonte: Agência Senado
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS), do Senado, aprovou na última semana projeto que garante atendimento imediato, sem carência ou recusa pelos planos de saúde, a bebês que nascerem com doenças ou condições congênitas não detectadas no pré-natal (PL 5.703/2023). A relatora, senadora Dra. Eudócia (PL-AL), afirmou que a proposta, da senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA), é questão de justiça. O projeto segue para a Câmara dos Deputados. Fonte: Agência Senado
A licença-paternidade poderá passar gradualmente de 5 para 20 dias. É o que determina o Projeto de Lei (PL) 3.935/2008, aprovado na Câmara dos Deputados na última terça-feira (4). Como foi modificado pelos deputados, o projeto volta ao Senado para nova análise, ainda sem data definida. O projeto, da ex-senadora Patrícia Saboya (CE), foi aprovado na forma de um substitutivo do relator, deputado Pedro Campos (PSB-PE). Pelo texto, a licença não afetará o recebimento da remuneração integral pelo trabalhador. O período da licença será implantado progressivamente ao longo de quatro anos de vigência da futura lei, começando com 10 dias durante os dois primeiros anos, subindo para 15 dias no terceiro ano e 20 dias no quarto ano.  Fonte: Agência Senado
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou lei que instituiu o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Trata-se de um esforço conjunto da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para que, por meio de políticas e programas, os alunos sejam alfabetizados até o final do 2º ano do ensino fundamental. A Lei 15.247 foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (3).  A norma determina que caberá à União coordenar estrategicamente as políticas, os programas e as ações decorrentes do compromisso, bem como prestar assistência técnica e financeira aos estados, Distrito Federal e municípios. Cada um deles terá autonomia nas ações, considerando as respectivas particularidades. Fonte: Agência Senado