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Queimadas são apontadas como possíveis causas do apagão no Acre e em Rondônia

O ministro de Minas e Energia afirmou que a causa mais provável da interrupção foram as queimadas que atingem a região.

Os estados do Acre e Rondônia ficaram sem energia durante cerca de quatro horas na quinta-feira (22/8). O incidente se iniciou às 16h47 (horário de Brasília) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou o restabelecimento total às 20h40, mas depois das 19h31 já havia 70% dos consumidores atendidos.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a causa mais provável da interrupção foram as queimadas que atingem a região Norte.

  • “Há, a princípio, uma informação, ainda não oficial, mas uma informação da própria ONS, que um dos operadores da transmissão disse que tinha uma queimada muito forte na região”, afirmou.

A perda da potência nos dois estados chegou a 984 megawatts. Durante a ocorrência, houve o desligamento automático do complexo de geração e transmissão do Rio Madeira e a desconexão de Acre e Rondônia do Sistema Interligado Nacional (SIN).

UTE Cuiabá. Segundo informações da MegaWhat, o ONS afirmou ao MME que a UTE Cuiabá, da Ambar Energia, pode ajudar a mitigar os efeitos da seca nos últimos meses do ano. A térmica é alvo do acordo entre MME e o grupo J&F para transferência dos contratos das térmicas emergenciais não entregues. Em julho, o MME prorrogou para 30 de agosto o início da vigência do contrato.

Intervenção. Após enviar um ofício cobrando a deliberação de processos de interesse do governo federal, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, negou, nesta quinta (22/8) estar ameaçando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de intervenção.

  • “Eu acho que é uma controvérsia chamar de interferência, até porque quem envia um ofício citando e cobrando o cumprimento de prazos não está interferindo, está simplesmente cobrando efetividade nas políticas definidas pelo presidente da República”, afirmou.
  • A correspondência foi direcionada ao diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, e cobrava a regulamentação de decretos e medidas provisórias.

Fonte: Epb

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