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Rondônia em contagem regressiva: nomes em evidência e o tabuleiro das eleições de 2026

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Redação A Gazeta de Rondônia

Com bastidores aquecidos, lideranças tradicionais e novos protagonistas movimentam o cenário político rondoniense e antecipam uma das disputas mais acirradas dos últimos anos

A pouco mais de um ano do início oficial da campanha, a política de Rondônia já vive um clima de pré-eleição. Reuniões reservadas, articulações silenciosas e agendas estratégicas no interior do estado revelam que o pleito de 2026 começou bem antes do calendário eleitoral. No centro dessas movimentações está a corrida pelo Governo do Estado, que reúne nomes conhecidos do eleitorado e figuras que buscam consolidar protagonismo.

Entre os postulantes mais comentados está o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves. Com forte recall administrativo na capital, ele é citado como um nome competitivo, especialmente por sua gestão voltada à infraestrutura urbana e ao diálogo com o setor produtivo. Hildon tem mantido presença ativa no debate público, o que alimenta especulações sobre uma candidatura estadual.

Outro nome que aparece com destaque é o do vice-governador Sérgio Gonçalves. Integrante do atual grupo político que comanda o Executivo estadual, ele surge como uma opção de continuidade administrativa. Nos bastidores, Gonçalves é visto como alguém que trabalha para herdar o capital político do governo, buscando ampliar alianças e consolidar apoios no interior.

No interior do estado, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, desponta como uma liderança regional em ascensão. Com forte influência na Zona da Mata e bom desempenho eleitoral em seu município, Fúria é citado como uma aposta de renovação, capaz de levar para o debate estadual pautas municipalistas e uma gestão com foco em resultados práticos.

Também circula com força o nome do Coronel Braguin, que representa um segmento mais ligado à segurança pública e a uma linha política conservadora. Seu possível ingresso na disputa é visto como uma tentativa de ocupar um eleitorado específico, especialmente em um estado onde o discurso de ordem e segurança encontra ressonância.

No campo das lideranças com projeção nacional, o senador Marcos Rogério aparece como um dos nomes mais experientes do tabuleiro eleitoral. Com histórico de votações expressivas e forte presença no debate político, ele é apontado como um potencial candidato capaz de polarizar a disputa e atrair atenção para Rondônia no cenário nacional.

Outro senador frequentemente citado nas rodas políticas é Confúcio Moura. Ex-governador do estado, Confúcio carrega a marca da experiência administrativa e mantém influência em diversos segmentos da política rondoniense. Embora adote um discurso cauteloso, seu nome segue sendo lembrado como uma possibilidade concreta para 2026.

Além da disputa pelo Executivo, as eleições prometem renovar parte da Assembleia Legislativa e redesenhar o equilíbrio de forças entre os partidos. Prefeitos, ex-prefeitos e lideranças comunitárias avaliam candidaturas, enquanto legendas buscam chapas competitivas para ampliar representação.

Com alianças ainda em construção e discursos sendo calibrados, o cenário permanece aberto. O eleitorado rondoniense acompanha atento, em um momento em que a escolha de 2026 tende a ir além de nomes, refletindo expectativas por gestão eficiente, desenvolvimento regional e respostas concretas aos desafios históricos do estado.

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