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Violência doméstica em Porto Velho termina com prisões e resistência

Violencia domestica em porto velho termina com prisoes e resistencia

Violência doméstica relatada em ocorrência policial envolve agressões e tentativa de impedir ação da PM.

Uma ocorrência de violência doméstica registrada na madrugada de sábado (27) resultou na prisão de Lucas André Gomes de Lima, de Porto Velho, por agredir a companheira e os filhos menores, além de enfrentar resistência por parte de familiares que tentaram impedir o trabalho da Polícia Militar. O caso foi atendido pela guarnição do 5° Batalhão, após chamado para a Rua Areia Branca, no bairro Castanheira.

Segundo depoimento da vítima, Ingrid Bergma Santana da Luz, o agressor teria arremessado o filho de 4 anos, causou lesões na criança e, ao ser questionado, passou a agredir a mulher com socos e golpes com um capacete. Outro filho, que tentou defender a mãe, também foi ferido. As agressões foram descritas como recorrentes e, conforme a ficha de risco levantada pela polícia, o autor apresenta histórico de ameaças, uso de armas e controle possessivo.

Após fugir, o agressor foi localizado na Rua Curitiba, bairro Caladinho. No endereço, familiares bloquearam a entrada e tentaram impedir o trabalho policial afirmando serem bacharéis em Direito. O pai do acusado, Lúcio André Lobo de Lima, reagiu e agrediu um sargento, sendo necessário o uso de instrumentos de menor potencial ofensivo e algemas. Ele também foi detido e encaminhado para atendimento médico e posterior registro de TCO por resistência.

A mãe do autor, Leila Gomes Garcia, também foi citada por ameaçar um policial e teve um Termo Circunstanciado registrado contra si. Segundo o relato policial, os três detidos permaneceram em silêncio na delegacia após orientação de advogados.

O histórico analisado pela guarnição aponta agravamento das agressões nos últimos meses, abuso de álcool e drogas pelo autor, comportamento controlador e ameaças contra crianças e animais. Os filhos presenciaram diversas violências e a vítima relatou que também sofreu agressões durante a gravidez.

A PM sugeriu que o caso seja encaminhado ao Conselho de Ética da entidade profissional dos envolvidos que alegaram formação jurídica para tentar intimidar a ação policial. O agressor segue preso por lesão corporal e violência doméstica, e a vítima deve receber orientação sobre medidas protetivas.

Por News Rondônia

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