Uma pesquisa do Datafolha realizada em abril revelou que dois em cada três brasileiros (66%) apoiam a venda de medicamentos sem receita em supermercados. No entanto, uma consulta pública no Portal e-Cidadania mostra um cenário diferente: mais de 7.200 pessoas se manifestaram contra a liberação, enquanto cerca de 2.700 defenderam a medida, que é o foco de um projeto de lei — o PL 2.158/2023 — que está em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Uma audiência pública promovida deixou claro que essa proposta continua dividindo opiniões. O projeto de lei, de autoria do senador Efraim Filho (União-PB), autoriza supermercados e atacadistas a comercializar medicamentos isentos de prescrição, como analgésicos, antitérmicos, antigripais e antiácidos. Para isso, o texto prevê que o estabelecimento deverá contar com um farmacêutico presente durante todo o horário de funcionamento.
Fonte: Agência Senado